Análises recentes de fornecedores de segurança mostram que o Brasil concentrou 314,8 bilhões de atividades maliciosas registradas no primeiro semestre de 2025. Especialistas apontam que a tendência se mantém em 2026, consolidando o país como um dos principais alvos globais. O cenário é impulsionado por campanhas massivas de malware, ransomware e golpes apoiados por modelos de Ransomware-as-a-Service.
Dados publicados por empresas de cibersegurança indicam que, em apenas seis meses de 2025, o Brasil sofreu mais de 314,8 bilhões de atividades maliciosas, incluindo tentativas de exploração, campanhas de malware e ataques de ransomware. O país se destaca como um dos ambientes mais atrativos para cibercriminosos, em grande parte devido à elevada digitalização de serviços financeiros e governamentais, combinada com lacunas de maturidade em segurança em muitos setores.
Relatórios apontam mais de 150 variantes de ransomware ativas no cenário brasileiro em 2025, número que ilustra a democratização das ferramentas de ataque por meio de modelos de Ransomware-as-a-Service. Essa pulverização de grupos e famílias maliciosas continua gerando incidentes relevantes em 2026, com foco tanto em grandes corporações quanto em pequenas e médias empresas com defesas mais frágeis.
Frente a esse quadro, recomenda-se que organizações brasileiras adotem estratégias de segurança em camadas, com monitoramento contínuo, segmentação de redes e políticas rígidas de backup e recuperação. Investimentos em detecção e resposta gerenciadas, além de programas estruturados de conscientização, são apontados como medidas críticas para reduzir a superfície de ataque e o impacto de incidentes inevitáveis.
Sistemas Afetados
- Organizações brasileiras de múltiplos setores
- Infraestruturas expostas à internet no Brasil
Fonte: Fast Company Brasil / Encontre um Nerd
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